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Mais um fim de semana com estações do BRT vandalizadas

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O sistema do BRT Rio vem sendo vítima constante da ação de bandidos e vândalos. No último fim de semana seis estações sofreram com a ação de criminosos: Aracy Cabral e Vaz Lobo (Transcarioca), Riomar, Santa Mônica Jardins, Pedra de Itaúna e Riviera (Transoeste) foram vandalizadas ou tiveram equipamentos furtados. A estação Riviera ficou fechada para reformas na semana passada e seria reaberta nesta segunda-feira, dia 3, porém teve os cabos de energia furtados no domingo e só poderá ser reaberta amanhã, terça-feira. A estação Vaz Lobo, que está sendo reformada durante a madrugada, também foi alvo da ação de bandidos.

Na semana passada as vítimas foram as estações Riocentro, no corredor Transolímpica, e Penha 1 e Penha 2, no Transcarioca, e o Terminal Santa Cruz, no corredor Transoeste. Com estações fechadas por atos de vandalismo e furtos de equipamentos os passageiros são diretamente impactados, pois ficam sem as melhores opções para embarque e desembarque.

“Em que pese os graves problemas financeiros que estamos enfrentando, o BRT Rio vem se esforçando para recuperar e reformar estações, porém chegamos a um ponto insustentável. Hoje deveria ser um dia para comemorar a entrega de mais uma estação reformada, mas isso não será possível por causa da ação de bandidos. Não é mais possível conviver com esse tipo de situação. Precisamos do apoio urgente do poder público para conter essa onda crescente de vandalismo e furtos, sob o risco de não conseguirmos mais reverter esse quadro deplorável. Com exceção dos bandidos e vândalos, todos saem perdendo”, afirma o presidente executivo do BRT Rio, Luiz Martins.

Desde abril, cerca de 100 estações foram alvo de vândalos e bandidos. Hoje o BRT tem 34 estações fechadas por causa de depredação, vandalismo ou furtos de equipamentos.

É importante destacar que a segurança em terminais e estações é atribuição do poder público, conforme estabelece a legislação. As ações dos operadores de estação do BRT Rio são em caráter de orientação aos passageiros para as operações do sistema. Ou seja, eles não têm poder de polícia, da mesma forma que os motoristas também não têm. Coibir transgressões, delitos e crimes de qualquer natureza é atribuição das forças policiais, sejam do Município ou do Estado do Rio de Janeiro.

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