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BRT Rio faz “adesivaço” contra a importunação sexual no carnaval

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A partir desta sexta-feira, dia 21, quem passar pelos terminais Paulo da Portela (Madureira), Alvorada (Barra da Tijuca) e Jardim Oceânico (Barra da Tijuca) vai ganhar adesivos temáticos sobre a luta contra a importunação sexual para usar na folia e se juntar à campanha do ‘Carnaval com Respeito’ do BRT Rio. “Não é não”; “Fantasia não é convite”; “Meu corpo, minhas regras”; e “Depois do ‘não’, tudo é assédio” são as mensagens que estampam os adesivos.

A campanha do BRT Rio começou na última semana com três ações contra a importunação sexual nos terminais Alvorada e Paulo da Portela. Por meio de uma parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SMASDH), o terminal na Barra da Tijuca recebeu o “Barulhaço dos Direitos Humanos” com distribuição de material informativo e cortejo da Banda da Comlurb, na manhã da última sexta-feira, dia 14. Já na segunda-feira, dia 17, foi a vez dos passageiros dos terminais da Barra da Tijuca e de Madureira receberem material informativo sobre como proceder e identificar o crime de importunação sexual que, infelizmente, aumenta durante o carnaval.

Importunação sexual se tornou crime em setembro de 2018, quando foi criada a Lei Federal nº 13.718/18 que criminaliza situações como contato físico sem consentimento em locais como transporte público e festas. Diferente do assédio sexual, que é caracterizado por haver uma relação de subordinação entre vítima e autor do crime, a importunação sexual pode ser cometida por qualquer um.

Como agir em caso de importunação sexual no transporte público?

O BRT Rio orienta a denúncia de qualquer ato violento. Se uma passageira for vítima de importunação sexual em alguma estação ou terminal do BRT Rio, o primeiro passo é falar com um agente das forças de segurança mais próximo, como policiais militares e guardas municipais. Caso não esteja presente nenhum PM ou GM neste momento, a mulher pode conversar com um dos nossos controladores de estação, que vai acionar os órgãos competentes.

Lembramos que as ações dos controladores de estação do BRT são de caráter de orientação aos passageiros para as operações do sistema. Ou seja, eles não têm poder de polícia. Coibir transgressões, delitos e crimes de qualquer natureza é atribuição e competência do poder público. Por isso, sempre que nossos colaboradores são acionados para casos como esses, entramos em contato com as forças de segurança.

Reforçamos que o BRT repudia qualquer tipo de crime, desenvolve campanhas de conscientização contra importunação sexual e de combate a todo tipo de violência contra a mulher. O Consórcio acredita que a melhor forma de combater o assédio é criar uma cultura de denúncia, para acabar com sensação de impunidade.

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