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Acesso indevido às pistas exclusivas do BRT Rio já provocou 100 acidentes em 2020

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Infrações colocam vidas em risco e tiram articulados de operação

 

Diariamente, os articulados do BRT Rio enfrentam o desafio de ter a pista exclusiva invadida por  pedestres, que atravessam fora da faixa, e carros de passeio e motos, que além disso realizam conversões proibidas e avançam sinais. E o resultado dessa infração é preocupante: de janeiro a setembro, 100 acidentes foram provocados por má conduta dos carros de passeio, motos e pedestres, sendo 21 atropelamentos.

As infrações colocam em risco tanto os passageiros dos veículos quanto os do sistema BRT. Apesar de trafegar em velocidade inferior àquelas verificadas nas faixas para automóveis e ônibus urbanos, um articulado de 15 toneladas precisa de mais tempo e espaço para realizar a frenagem total, o que torna qualquer invasão nas pistas exclusivas ainda mais perigosa.

Os danos aos articulados em caso de acidentes afetam diretamente a população, já que com isso eles precisam ficar fora de operação para fazer os reparos necessários, sendo um a menos nas ruas. Em caso de avarias graves, o veículo pode ficar mais de um mês fora de circulação.

Os prejuízos vão além: os constantes acidentes impactam o planejamento e os intervalos entre os serviços, afetando a operação com desvios, por exemplo. Nessas situações os articulados são obrigados a circular momentaneamente fora da sua pista, o que acarreta a diminuição da velocidade e a dependência do fluxo do tráfego fora da calha.

“Ao invadirem a calha, motoristas de veículos e de motos, além de pedestres e ciclistas, colocam em risco a sua vida e a de dezenas de pessoas que estão dentro dos articulados. As pistas exclusivas do BRT são para que funcionem em benefício de milhares de pessoas que utilizam o transporte coletivo de massa, e não para atender a interesses individuais. É importante que as pessoas tenham consciência do imenso risco que provocam ao cometerem esse tipo de infração”, alerta o presidente executivo do BRT Rio, Luiz Martins.

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